Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

No discurso da tomada de posse do seu segundo mandato à frente do Supremo Tribunal de Justiça  (STJ), Noronha Nascimento defendeu a criação de um órgão com poderes disciplinares efectivos sobre os jornalistas. O presidente do STJ alertou que muitos dos actuais problemas da justiça passam pela postura da Comunicação Social. Noronha Nascimento sublinha ainda que este órgão deve ser constituído não só por jornalistas mas também por representantes do poder político. Ler mais, aqui na TSF

 

Vanda Botas



publicado por comunicaradireito às 00:46
Domingo, 15 de Novembro de 2009

"Comunico oficialmente: estou-me completamente nas tintas para saber com quem namora José Sócrates e como deve ser nominada a namorada de José Sócrates. Poupem-nos lá, oh intelectuais de "mural" a esta inanidade sobre como deve ser tratada a namorada seja lá de quem fôr. Não sei se eles os dois concordarão com esta típica não polémica, mas um país saudável mandará dar uma grande volta a este magna quaestio. Isto ainda dá tudo em doido, se é que já não demos..."

 

Jorge Ferreira, no Tomar Partido.



publicado por comunicaradireito às 22:52
Sábado, 14 de Novembro de 2009
"Uma das curiosidades dos próximos dias, a seguir atentamente, é saber se o cidadão José Sócrates vai apresentar mais uma queixa-crime por causa da notícia do semanário Sol, que classificou como um «insulto». Ou até saber se vai haver despedimentos e mudanças na estrutura accionista da empresa proprietária do jornal.
 
P.S. Aceitam-se palpites. Eu aposto que para já a 'coisa' vai ficar pelo desabafo."
 
Rui Costa Pinto, no Mais Actual.


publicado por comunicaradireito às 07:34
Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

A Comissão da Carteira Profissional de Jornalistas (CCPJ) arquivou as queixas de Fernanda Câncio contra os jornalistas Pedro H. Gonçalves (Correio da Manhã), Amélia Moura Ramos (SIC) e Carolina Reis (Expresso). Câncio recorreu àquele órgão por não ter gostado de ter sido referida como «namorada de» José Sócrates, nas peças destes jornalistas.Mas, numa decisão unânime, a comissão considerou que «a matéria em causa era do conhecimento público e de interesse jornalístico» e concluiu que os arguidos não atentaram contra o «dever de preservar a reserva da intimidade», como consta do Estatuto dos Jornalistas. Ler aqui, no Sol.



publicado por comunicaradireito às 10:52
Quarta-feira, 04 de Novembro de 2009

Não resolveria todos os problemas associados, mas seria um contributo para termos um jornalismo menos mau: As agências de comunicação tratadas como as de informação? Por José Medeiros Ferreira.

Na minha breve intervenção , propus que se incluísse, nas normas redactoriais, que as matérias oriundas das agências de comunicação fossem assinaladas como tais, como se faz, aliás, para as notícias das clássicas agências de informação como a Reuters, a AFP, ou a Lusa.É um objectivo saudável para a relação de transparência que deve existir entre a imprensa e público.Portanto acabará por entrar nos costumes, ou nos livros de estilo.Quanto mais depressa melhor.

(via Gabriel Silva)

 

André Azevedo Alves, n' O Insurgente.



publicado por comunicaradireito às 22:48
Sábado, 31 de Outubro de 2009

Editorial de despedida de José Manuel Fernandes de Director do Público.



publicado por comunicaradireito às 17:11
Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

O jornalista iraquiano Muntazer al-Zaidi, que estava preso há nove meses por ter atirado os sapatos ao então Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, foi libertado esta manhã. Ler aqui, no Público.



publicado por comunicaradireito às 12:47
Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

O Instituto Internacional de Imprensa (IPI) apelou terça-feira ao governo cubano que liberte 22 jornalistas, alguns dos quais detidos desde 2003. Ler aqui, no Diário de Notícias.



publicado por comunicaradireito às 13:03
Quarta-feira, 08 de Julho de 2009

Os jornalistas estão a tornar-se produtores de conteúdos mediáticos, substituindo a informação com valor para a democracia por informação com valor empresarial, criticou o sociólogo José Luís Garcia no lançamento do livro "Estudos sobre os jornalistas portugueses - metamorfoses e encruzilhadas no limiar do século XXI".

"Hoje em dia a profissão de jornalista vive uma situação de profundo abalo", disse o sociólogo à Lusa pouco antes do lançamento, realizado ontem em Lisboa.

Segundo adiantou, "o espectro do colapso dos jornais e o surgimento de novas plataformas pode pôr em questão a missão do jornalismo ao serviço da democracia".

Tal como acontece no mundo dos médicos, cuja "primeira missão é salvar vidas, mas que se dedicam hoje a cirurgias plásticas com o mero objectivo de melhorar a imagem", o conceito de jornalista está a diluir-se com a entrada de novos fenómenos como o cidadão-repórter ou os bloggers.

Estes novos comunicadores "perturbam a profissão porque [informação] passa a ser tudo o que tem potencial valor para o mercado", argumentou José Luís Garcia.  Ler aqui, no Público.

 



publicado por comunicaradireito às 19:18
Segunda-feira, 06 de Julho de 2009

Um jornalista greco-britânico do Washington Times, que trabalhava no Irão e que tinha sido detido durante as manifestações que sucederam às eleições de 12 de Junho, foi hoje libertado, anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano. Ler aqui, no Público.
 



publicado por comunicaradireito às 11:08
Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Manter uma notícia fora das páginas dos jornais e dos sites não costuma ser o trabalho de um jornal – mas foi o que o New York Times fez, para ajudar o seu repórter David Rohde a escapar de um sequestro por Taliban. A maior dificuldade foi manter em silêncio os utilizadores da Wikipedia. Ler aqui, no Público.



publicado por comunicaradireito às 15:13
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Foram hoje entregues em carta fechada aos jornalistas do Público propostas de cortes de 10 por cento. A medida, que já tinha sido repudiada pelo Sindicato dos Jornalistas, fora recusada pelos trabalhadores a 9 de Junho. Ler aqui, no Sol.



publicado por comunicaradireito às 20:38
Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

A lei brasileira que exige ao jornalista que seja licenciado em comunicação e que se registe como tal no Ministério do Trabalho para que possa exercer é inconstitucional. Foi esta a decisão do Supremo tribunal Federal Brasileiro sobre as regras para exercer o jornalismo no Brasil, que imperam desde 1969.

Segundo a mais alta instância de justiça brasileira, o decreto que impôs as regras do exercício da profissão, o Decreto-Lei 972/1969, foi aprovado ainda durante a ditadura militar e nunca foi ratificada pela Constituição de 1988, e não respeita a liberdade de imprensa nem o “direito à livre expressão de pensamento” inscritos na constituição.

Este é o culminar de um caso que opõe o sindicato das empresas de Rádio e Televisão do estado de São Paulo, que estava contra a lei em vigor, à Federação Nacional de Jornalistas, a favor da profissionalização dos jornalistas.

Para o sindicato das empresas, apoiado pelo Ministério Público Federal, a lei de 1969 tinha como objectivo limitar a “livre difusão de informações e manifestação do pensamento” e sobre o registo obrigatório do jornalista no Ministério do Trabalho o Ministério Público considerou que a actividade do jornalista, que se resume a “uma técnica de assimilação e difusão de informações”, apenas depende “ formação cultural, retidão de caráter, ética e consideração com o público”, pelo que o acesso à profissão deveria ser alargado a mais pessoas com formações distintas.

Mas para a Federação Nacional dos Jornalistas brasileiros a actual lei “não impede ninguém de escrever em jornal” e mesmo a lei prevê que pessoas com conhecimento de jornalismo possam exercer a profissão em locais não houver jornalistas profissionais nem universidades com cursos de Comunicação. E alerta para aquilo que chama o “aviltamento da profissão” caso o jornalismo passe a ser exercido por profissionais não qualificados.
 

Fonte: Publico.



publicado por comunicaradireito às 21:04
Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

O administrador da Lisgráfica e ex-director do jornal "Diário de Lisboa", António Pedro Ruella Ramos, morreu esta madrugada no Hospital Egas Moniz, em Lisboa. Ruella Ramos contava 70 anos, estando previsto que o corpo seja hoje velado na Basílica da Estrela, em Lisboa, e depois cremado. Nascido em 1938, Ruella Ramos era actualmente administrador da gráfica Lisgráfica, mas ficou mais conhecido por ter sido director do extinto "Diário de Lisboa", proriedade da sua família. O ex-director daquele título foi responsável pela compilação das principais primeiras páginas do jornal, que fizeram parte de uma exposição municipal sobre Portugal Contemporâneo em Sintra e foram depois entregues à Fundação Mário Soares.  O "Diário de Lisboa" saiu para as bancas a 21 de Abril de 1921 e acabou a 30 de Novembro de 1990, sendo considerado um jornal de referência durante sete décadas, cobrindo assim uma parte importante da História de Portugal e do Mundo do século XX. Ler aqui, no Público.



publicado por comunicaradireito às 20:06
Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Sofia Leite e António Louça, jornalistas da RTP, venceram a o Grande Prémio Gazeta 2008 com o documentário "Lista de Chorin", que retrata o fim da II Guerra Mundial, avança a estação em comunicado. Ler aqui, no Público.



publicado por comunicaradireito às 11:55
Terça-feira, 19 de Maio de 2009

O que é um jornalista? Quem é que pode ser jornalista?

 

Baseado num texto, que saiu no final de 2007, de Francisco J. de Zavalía, advogado, a minha escolha recaiu sobre este tema, pois nos dias de hoje esta questão tem sido frequentemente levantada devido à evolução das tecnologias e ao fácil acesso a essas mesmas tecnologias (blogs, fotografias, podcasts, youtube).

 

Jornalistas são, segundo o Estatuto do Jornalista, “aqueles que, como ocupação principal, permanente e remunerada, exercem funções de pesquisa, recolha, selecção e tratamento de factos, notícias ou opiniões, através de texto, imagem ou som, destinados a divulgação informativa pela imprensa, por agência noticiosa, pela rádio, pela televisão ou por outra forma de difusão electrónica.”

 

Só que as facilidades de acesso a essas tecnologias permitem que as pessoas passem de simples consumidores de informação e que sejam elas mesmas a fazerem parte do processo de criação de notícias, ou seja, que passem a fazer o papel de jornalista. Como por exemplo, a questão dos bloggers. Serão estes também jornalistas?

 

Neste texto, Zavalía fala duma lei que saiu nos EUA na altura, Free Flow of Information Act.

Esta lei vem isentar os jornalistas de revelar as suas fontes em casos federais e define os jornalistas como todos aqueles que “recolham, preparem, obtenham, fotografem, gravem, escrevam, editem, informem ou publiquem, notícias ou informações sobre factos nacionais ou internacionais ou de qualquer outro interesse público e para sua divulgação ao público".

 

Ou seja, podemos concluir disto, que qualquer cidadão comum pode ser jornalista. No que toca aos bloggers, não é o caso, pois essa lei não se aplica a todos os bloggers, porque “requer que aqueles que pretendam invocar tal privilégio devam praticar o jornalismo de forma regular e este deve ser o seu modo de vida de onde auferem proveitos ou, pelo menos, uma parte substancial destes.”

 

Se todo o cidadão pode ser jornalista, porquê estar 3 anos a estudar comunicação social, jornalismo ou até mesmo ciências da comunicação? Porquê gastar tanto dinheiro neste tipo de cursos, se qualquer um, desde que maior de 18 anos, pode ser ‘jornalista’?

 

Ler mais aqui, no Juris

 

Paula Cristina Faria, n.º 9933

 

 



publicado por comunicaradireito às 12:05
Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Jornalistas e militares juntaram-se na Tapada de Mafra para mais um exercício de treino em cenário de conflito, uma oportunidade para conviverem em situações de tensão e discutirem uma relação nem sempre fácil. O protocolo assinado entre o Exército e a RTP permitiu a cerca de uma dezena de jornalistas integrar - estarem embedded - e acompanhar um grupo de 120 militares da Escola Prática de Infantaria (EPI), da Brigada Mecanizada e do Regimento de Lanceiros numa simulação com ataques, explosões e todos os imprevistos que inevitavelmente surgem em ambientes de conflito real. Ler aqui, no Diário de Notícias.



publicado por comunicaradireito às 12:07

"Jornalismo na Europa: Quem Precisa de Regulação?" é o tema da conferência que a Universidade do Minho organiza na próxima sexta-feira, no Auditório B1 do Campus de Gualtar. Denis McQuail e Kees Brants (Universidade de Amsterdão), Jeremy Tunstall (City University de Londres), Hans Kleinsteuber (Universidade de Hamburgo), José Azeredo Lopes (presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social), Alfredo Maia (presidente do Sindicato dos Jornalistas), Adelino Gomes (provedor do ouvinte da RDP) e Augusto Santos Silva (ministro dos Assuntos Parlamentares) são alguns dos convidados que vão debater temáticas como a necessidade e as práticas de regulação no jornalismo. Ler aqui, no Diário de Notícias.



publicado por comunicaradireito às 12:03

A morte de uma jornalista portuguesa de 26 anos, na Somália, onde se encontrava em serviço, está hoje a ter especial atenção na emissão da Rádio Beira Interior. A morte de Carina Barroca aconteceu a semana passada. Mas só ontem o corpo chegou a Portugal e só agora a notícia é conhecida, pela mão desta estação de rádio. Ler aqui, no Público.



publicado por comunicaradireito às 10:11
Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

A jornalista norte-americana Roxana Saberi, condenada no Irão a oito anos de prisão por espionagem, foi hoje posta em liberdade condicional, confirmou o advogado da jornalista de origem iraniana em Teerão. “Posso confirma que já está entre nós. A pena foi reduzida para dois anos e ficará definitivamente livre se no prazo de cinco anos não voltar a cometer um delito”, assegurou o advogado. Anteriormente, o advogado de Roxana Saberi tinha afirmado que os oito anos de prisão a que tinha sido condenada a jornalista tinham sido reduzidos para dois anos com pena suspensa depois de um tribunal de segunda instância ter analisado no domingo o recurso da sentença. Roxana Saberi foi condenada a 13 de Abril a oito anos de prisão por espionagem a favor dos Estados Unidos, depois de um julgamento de um dia à porta fechada. A jornalista - que foi detida em finais de Janeiro em Teerão, onde vivia desde 2003 - recorreu da sentença imposta pelo tribunal de primeira instância. Este caso foi uma fonte de tensões entre Washington e Teerão e surge numa altura em que a administração Obama tinha dito que queria retomar negociações com o Irão. Washington descreveu as acusações contra Roxana como infundadas e apelou para a libertação da jornalista, filha de pai iraniano, que nasceu em Nova Jersey e cresceu em Fargo, Estado do Dakota do Norte. Roxana foi viver para o Irão há seis anos e trabalhava como jornalista freelancer para vários meios de comunicação, incluindo a BBC.

 

Fonte: Lusa.



publicado por comunicaradireito às 14:52
Quinta-feira, 07 de Maio de 2009

Os responsáveis dos principais órgãos de comunicação social considera que os processos judiciais que o primeiro-ministro interpôs contra os media não vão condicionar a forma como os jornalistas abordam o caso Freeport, revela um inquérito hoje divulgado. A "Sonda Central de Informação/Meios & Publicidade" procurou saber o que pensam estes profissionais sobre os vários processos judiciais instaurados nas últimas semanas pelo primeiro-ministro contra vários jornalistas nacionais. Mais de dois em cada três (69 por cento) defendeu tratar-se de "um direito normal de quem é visado num artigo jornalístico", ao passo que 26 por cento consideraram esses processos "uma forma de pressão contra os media". Dos 103 jornalistas inquiridos, apenas cinco por cento classifica o comportamento de José Sócrates como "um acto de desespero".



publicado por comunicaradireito às 18:44
Terça-feira, 28 de Abril de 2009

"O jornalismo institucionalizou-se. Os jornalistas arranjam empregos com os políticos, comem à mesa dos banqueiros, frequentam as mesmas lojas, realizam-se com ascensões sociais estranhas à profissão. Muitos jornalistas começaram a fazer parte daquela entidade a que o povo chama "eles". Ao mesmo tempo, os factos foram substituídos por uma sofisticada retórica de "objectividade" e "equilíbrio" - totalitária - e por um processo de intenções ao menor desvio. As notícias já não são julgadas por serem verdadeiras ou falsas, mas por serem "a favor" ou "contra". A realidade foi disciplinada como a classe: não investigarás, dirás o que eu te digo; quando, por azar, não tiver sido eu a dizer-te, escreverás "alegadamente". Não contem comigo para essa merda. Eu faço notícias e olho as pessoas do meu bairro nos olhos."
 

 

Carlos Enes, no Fragmentos do Apocalipse.



publicado por comunicaradireito às 23:43
Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

Uma jornalista norte-americana foi acusada pelo Irão de espionagem, para favorecer os Estados-Unidos, passando informações confidenciais para os serviçoes secretos norte-americanos.

 

Detida desde Janeiro, a jornalista foi condenada a 8 anos de prisão por espionagem. Os Estados-Unidos apelam à libertação da jornalista.

 

Joana Mendes, nº12319

 

Ler aqui, no Diário de Notícias



publicado por comunicaradireito às 20:45

“Precisamos é de jornalismo caviar, não de sopa”. Esta é uma das primeiras conclusões a que chegaram os cerca de 500 responsáveis de títulos impressos de toda a Europa e especialistas em media que estão desde ontem reunidos em Viena, Áustria, para discutir o futuro da imprensa e as novas tendências no décima edição do European Newspaper Congress que termina amanhã. Ler aqui, no Público.



publicado por comunicaradireito às 16:28
Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

O Sindicato dos Jornalistas ainda existe?, por António Balbino Caldeira, no Do Portugal Profundo.



publicado por comunicaradireito às 23:24
Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

O Sindicato dos Jornalistas "condena vivamente" a decisão da administração do jornal Correio da Manhã de despedir uma dezena de trabalhadores, sete dos quais jornalistas, informa a estrutura sindical num comunicado no seu sítio na Internet.



publicado por comunicaradireito às 21:52
"Vou colocar-lhe [José Sócrates] um processo por difamação. Não se pode descredibilizar um jornal assim", adianta Manuela Moura Guedes à SÁBADO poucos minutos depois da entrevista do primeiro-ministro na RTP, onde Sócrates se referiu ao Jornal Nacional da TVI como uma "caça ao homem". "Nota-se que a verdade lhe custa. Viu-se agora o seu carácter", sublinha Moura Guedes ainda a propósito das respostas do primeiro-ministro. Sobre a entrevista em si, a jornalista da TVI critica a postura dos colegas, José Alberto Carvalho e Judite de Sousa (que moderaram o debate), da estação pública. "Foi uma entrevista vergonhosa. É normal que ela tenha sido na RTP e por algum motivo Sócrates escolheu este canal para a dar", diz à SÁBADO. E acrescenta: "Ele precisava de uma limpeza de imagem. E foi isso mesmo que se passou", diz referindo-se ao tempo programado pelos jornalistas para o processo Freeport. "Acha normal que tenham sido 10 minutos no final? E ainda por cima o primeiro-ministro não quis falar sobre o DVD e não falou mesmo".  Ler aqui, na Sábado.


publicado por comunicaradireito às 19:22
Terça-feira, 21 de Abril de 2009

A jornalista do Diário de Notícias Paula Martinheira foi absolvida pelo Tribunal de Faro do crime de recusa de depoimento, do qual estava acusada pelo Ministério Público por se ter negado a divulgar a fonte de informação sobre uma notícia publicada em 2003 relativa ao caso das buscas na Região de Turismo do Algarve, organismo então presidido pelo socialista Paulo Neves. Ler aqui, no Diário de Notícias.



publicado por comunicaradireito às 12:13
Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Foi agendado para terça-feira pelo Tribunal Criminal do Bolhão, Porto, o julgamento de uma alegada violação do segredo de justiça por parte de dois jornalistas no caso "Casa Pia".

 

O motivo de tal alegada acusação "são duas peças do JN, uma publicada a 01 de Janeiro de 2004 e outra no dia seguinte, sobre "duas denúncias sem rosto" que visavam o antigo Presidente da República Jorge Sampaio e um comissário europeu (António Vitorino) e que tinham sido anexadas ao processo, "embora a lei o proíba"."

 

Ler aqui no Diário de Notícias

 

Joana Rato nº12422



publicado por comunicaradireito às 15:35

Um grupo de profissionais de algumas das mais conceituadas publicações vai lançar, em Outubro, um 'site' em que os media podem ter os seus  conteúdos para venda, mediante um único pagamento para o utilizador. Ler aqui, no Diário de Notícias.



publicado por comunicaradireito às 11:19
Segunda-feira, 06 de Abril de 2009

“Mesmo em momentos difíceis e adversos vividos na sociedade portuguesa, foi sempre um profissional rigoroso e um homem que revelou grande coragem", estas foram as palavras do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva na cerimónia de condolências à família de Vítor Direito e à direcção do jornal Correio da Manhã.

O Presidente Aníbal Cavaco Silva disse ainda que considerava Vítor Direito uma "figura muito respeitada e grande nome do jornalismo português, que ajudou a fundar diversos órgãos de imprensa e marcou várias gerações de jornalistas". De facto Vítor Direito foi um jornalista com grande importância para a imprensa portuguesa. Ler aqui, no Correio da Manhã.
Daniela Santos, nº 12314


publicado por comunicaradireito às 14:55
Domingo, 05 de Abril de 2009

Para o lugar de director da Playboy portuguesa onde está hoje Manuel Lopes da Silva foi convidado o jornalista João de Sousa (carteira n.º 6329), tendo inclusivamente "assinado contrato", disse ao DN o próprio. O mistério do Director da Playboy portuguesa. Ler aqui, no Diário de Notícias.

(Foto)



publicado por comunicaradireito às 22:57
Sábado, 04 de Abril de 2009

O jornalista Henrique Garcia, o rosto do novo canal TVI 24 deu uma entrevista ao jornal Correio da Manhã que foi ontem, (3 de Março) publicada.

Começa por fazer um balanço positivo do canal que só há 1 mês é que se encontra no ar e fala também dos tempos que foi jornalista na RTP 1 dizendo, que preferia ter vindo à mais  tempo para a estação privada.

Lamenta o papel desempenhado pela ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social), enquanto órgão regulador afirmando que "os problemas que se põem aos media deveriam ser regulados nos tribunais comuns. Numa actividade como o jornalismo não consigo entender esta tutela". Em relação ao chumbo do 5º canal por parte da ERC, as únicas declarações que proferiu foi que " a ERC foi surpreendida porque o jogo estava preparado para se resolver mais tranquilamente".

 

Fonte: Correio da manhã.

 

Aluno: Nuno Sotto Mayor nº 12421

 

 



publicado por comunicaradireito às 17:01
Quinta-feira, 02 de Abril de 2009

 

O jornalista Vítor Direito, fundador do Correio da Manhã, morreu hoje aos 78 anos, noticia o site do jornal. Ler aqui, no Público e aqui, no Correio da Manhã.
 



publicado por comunicaradireito às 21:16
Terça-feira, 31 de Março de 2009

O nome Manuel Lopes da Silva, director da revista masculina Playboy, não consta da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista. Membro da entidade afirmou ao DN que vai levantar este problema aos seus colegas durante o dia de amanhã. Ler aqui, no Diário de Notícias.



publicado por comunicaradireito às 10:58
Sexta-feira, 27 de Março de 2009

Alfredo Farinha, antigo jornalista de "A Bola", e um dos mais conhecidos e antigos jornalistas desportivos portugueses, morreu hoje aos 83 anos, noticiou A Bola. Alfredo Farinha era um jornalista da velha geração, que fez de A Bola o jornal onde durante anos a fio aprendi bom português lendo sobre desporto. Pessoa frontal e desassombrada, deixa um vazio. Um vazio mesmo.

Jorge Ferreira


 



publicado por comunicaradireito às 13:37
Terça-feira, 24 de Março de 2009

O presidente da Comissão de Arbitragem da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Vítor Pereira, evitou fazer comentários à entrada, hoje, para uma conferência académica, em Rio Maior, obrigando a organização a vedar o acesso aos jornalistas. Ler aqui, no Público.
 



publicado por comunicaradireito às 17:47

A Coreia do Norte terá transferido para Pyongyang as duas jornalistas dos EUA detidas terça-feira na fronteira com a China, para serem interrogadas, de acordo com a agência Yonhap, da Coreia do Sul.  Ler aqui, no Correio da Manhã.
 



publicado por comunicaradireito às 12:08
Segunda-feira, 23 de Março de 2009

No outro dia estava eu a ler algumas notícias online quando me deparo com algo que me deixa a pensar seriamente no que é a ética profissional. Mais ainda. Deixa-me a pensar no que é ser jornalista. A mim, que posso ser considerada, ainda, um “projecto de jornalista”, sempre me ensinaram que informar é apenas isso, informar sem tomar partido algum do que quer que seja. Para além disso existe um conjunto de regras a seguir, regras essas a que chamam ética e que desde sempre me incutiram. È por isso que jamais consigo esquecer as palavras de um jornalista conhecido que certa vez partilhou comigo o facto de perder um furo jornalístico porque a ética assim o impediu.

È com base nisto que a notícia publicada online no jornal Público, no dia 20 de Março, me deixa a pensar. Será que é necessário prescindir da ética profissional para se poder informar? Ou não passará isto apenas de uma forma de ganhar audiência? Se esta for a razão, que caminho tomará o jornalismo de hoje em diante?

E essa troca de “galhardetes”, disfarçada de ameaças, a onde nos levará? E o pior é que se alguém tentar fazer algo será visto como o ditador, mas caso ninguém faça nada, será tudo isto visto como a desordem total, em que cada um faz o que bem entender sem que nada nem ninguém os impeça.

E agora? Que partido tomar? O que fazer? Não sei o que virá daqui. Apenas espero que a ética profissional fale mais alto e que a sua existência seja mais notável.

 

Ana Rita Ferreira, nº9919



publicado por comunicaradireito às 15:49
Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Tal como Carlos Narciso (Jornalista) diz, "os órgãos de comunicação social estão agrupados em três ou quatro grandes grupos de media, acomodados no sistema vigente e que não desejam ser perturbados." Ou seja, os jornalistas não afrontam os interesses do patrão, mesmo que esses interesses sejam contra os interesses do país. Hoje, nas redacções, obedece-se apenas.

Há algumas semanas, o juiz Rui Rangel escreveu no Correio da Manhã que é inegável que “a Comunicação Social vive tempos difíceis, de credibilidade, de afirmação, de rigor e de independência. Hoje, temos jornalistas amordaçados pelo medo. E temos jornalistas que estão na bolsa de valores, que se vendem ou deixam comprar, hipotecando no mercado de interesses a sua carteira profissional.”

Hoje em dia é possível através de blogs, que muitos jornalistas consigam expor muitas das verdades que não conseguem no local de trabalho, quase sempre em anonimato, mas para estes o importante é transmitir a verdade, independentemente do seu trabalho ser reconhecido ou não. Os jornalistas têm ainda que travar muitas “batalhas” para que consigam ter a sua total liberdade enquanto pessoas e profissionais, e para que possam desempenhar a sua profissão que é a de informar as pessoas daquilo que se passa realmente no nosso mundo sem “esconder” a verdade.

(Foto)

 

Cláudia Oliveira, n.º12311



publicado por comunicaradireito às 22:56

Fartos de verem surgir nos media imagens suas que consideram privadas, deputados do PS querem que Jaime Gama imponha limitações à circulação de jornalistas. O Presidente da Assembleia, porém, recusa. Ler aqui, no Diário de Notícias.



publicado por comunicaradireito às 11:14
Sexta-feira, 13 de Março de 2009

A homenagem chega sempre tarde, por Pedro Correia, no Delito de Opinião. Ainda ontem comentava exactamente o mesmo com um colega do João.



publicado por comunicaradireito às 19:35
Quinta-feira, 12 de Março de 2009

 

                                      JOÃO MESQUITA, 1957-2009

(Foto)



publicado por comunicaradireito às 13:36

Um tribunal de Bagdad condenou esta manhã a três anos de prisão o jornalista iraquiano que atirou os sapatos contra George W. Bush, durante uma conferência de imprensa, quando este fazia a sua última visita ao Iraque ainda na qualidade de Presidente dos Estados Unidos. Ler aqui, no Público.



publicado por comunicaradireito às 13:32
Quarta-feira, 11 de Março de 2009

O jornal diário Miami Herald anunciou hoje a supressão de 175 postos de trabalho e reduções salariais, dois dias depois de a casa-mãe ter também anunciado despedimentos no grupo, devido à quebra das receitas publicitárias.A publicação está também a considerar exigir aos funcionários que tirem uma semana sem remuneração, disse o redactor-chefe, David Landsberg.

 

Fonte: Lusa.



publicado por comunicaradireito às 23:12
Terça-feira, 10 de Março de 2009

Gerry McCann, pai de Madeleine, que foi ouvido na comissão permanente do Parlamento inglês para os assuntos de Cultura, Desporto e Comunicação Social, criticou hoje o comportamento dos jornalistas, pela forma como cobriram o desaparecimento da menina inglesa. De acordo com o médico, a sua família foi “destruída”, em especial pelas notícias inventadas e que considera terem prejudicado as buscas, pelo que apela a mais e melhor regulação. Ler aqui, no Público.



publicado por comunicaradireito às 20:06
Segunda-feira, 09 de Março de 2009

O número 36 da revista “Jornalismo & Jornalistas” é quase inteiramente dedicado ao 25º aniversário do Clube de Jornalistas. «Já existe história para contar», como escreve Mário Zambujal no editorial, mas o presidente lembra, também, que o Clube «não quer viver da memória nem tornar-se mero ponto de encontro» de jornalistas  em fim de carreira — é aos jovens jornalistas que «irá pertencer este Clube, na dura caminhada para as bodas de ouro».  Neste número da “JJ” presta-se homenagem a Acácio Barradas, que foi dirigente do Clube de Jornalistas, do Sindicato e da Casa da Imprensa e lutou até ao último alento pela dignificação da profissão.

 

Fonte: Clube de Jornalistas.

 



publicado por comunicaradireito às 23:46

Os jogadores do Leixões Beto, Hugo Morais e Laranjeiro vão apresentar uma queixa-crime contra Rui Santos, com o fundamento de que o jornalista ofendeu "a honra e a dignidade" destes profissionais de futebol. Beto, Hugo Morais e Laranjeiro consideraram atentatórios "da dignidade pessoal e profissional" os comentários de Rui Santos, no programa "Tempo Extra" da SIC, exibido no domingo, sobre uma alegada viciação de resultados desportivos. Os três jogadores do Leixões vão ter o patrocínio do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), que hoje, em comunicado assinado pelo presidente, Joaquim Evangelista, repudia "opiniões difamatórias" da honra e dignidade de Beto, Hugo Morais e Laranjeiro. "Lamentavelmente, Rui Santos levantou uma suspeita grave sobre os referidos jogadores, enquanto intervenientes em lances menos felizes para a sua equipa no jogo com o FC Porto", sábado, da 21ª jornada da Liga portuguesa de futebol, que terminou com um resultado favorável aos tricampeões nacionais (4-1). Joaquim Evangelista sublinha que "uma coisa é a análise crítica em abstracto de um determinado assunto, coisa diferente será a associação de um comportamento incorrecto a uma determinada pessoa". O dirigente acentua ainda que, "sendo óbvia a legitimidade de o comentador abordar as questões que julgue pertinentes, não menos inquestionável é o dever que lhe incumbe de respeitar a honra dos destinatários das suas obsservações". A Lusa tentou obter uma reacção de Rui Santos, mas o contacto telefónico com o jornalista não foi possível.

 

Fonte: Lusa.

(Hugo Morais)



publicado por comunicaradireito às 21:02

A SAD do F. C. do Porto desmentiu os factos que constam do comunicado do Conselho de Redacção da RTP e vai processar o Conselho de Redacção da estação. Ler aqui, n´A Bola.



publicado por comunicaradireito às 20:57
Domingo, 08 de Março de 2009

O Conselho de Redacção da RTP repudiou hoje a forma "insultuosa" como o director de comunicação do FC Porto se dirigiu a um jornalista da estação de televisão após o jogo Leixões-F. C. do Porto, da 21ª jornada da liga portuguesa de futebol. Em comunicado enviado à Agência Lusa, os membros do Conselho de Redacção (CR) "lamentam profundamente" a atitude do funcionário do FC Porto Rui Cerquira e esperam que as estruturas da direcção de informação da RTP "exijam ao clube um pedido de desculpas" ao jornalista João Pedro Silva e à própria RTP. O incidente em questão ocorreu durante a "flash interview" do jogo Leixões - FC Porto, que a RTP transmitiu em directo. Na entrevista, João Pedro Silva fez três questões ao treinador do FC Porto, Jesualdo Ferreira, a primeira sobre o jogo, a segunda antecipando o encontro de quarta-feira da Liga dos Campeões frente ao Atlético de Madrid e a terceira sobre a eventual renovação do técnico. Após a entrevista rápida, o jornalista foi, de acordo com o comunicado, "insultado pelo aludido funcionário do FC Porto. Começou por acusá-lo de desrespeitar 'a instituição FCP' e de 'fazer perguntas encomendadas'". Na altura, o jornalista terá perguntado se "não podia fazer perguntas", salientando que as questões não eram "encomendadas".Segundo o comunicado do CR, o director de comunicação do FCP terá dito então a João Pedro Silva: "és um filho da p…, um bardamerdas, és muito pequeno para mim".

Fonte: Lusa.



publicado por comunicaradireito às 21:27
Debater e reflectir sobre as leis da comunicação social. Coordenação: Jorge Ferreira

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